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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Militares pedem socorro em Brasília

Pois é. Mas estão dia e noite fazendo o trabalho da polícia nas fronteiras nas operações que não tem conversa mole; bancando as babás da dona Dilma durante a palhaçada da Copa da Confederações (carregando traves em estádio, pasmem!) e cuidarão da segurança na Copa de 2014. Vejam se nos EUA os militares ficam organizando estádios para algum campeonato ou servindo de cenário para "espetáculos" do governo.
Defesa do país é coisa séria e não piada.

Imagem -  Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Manifestantes exigiram pagamento da reposição salarial de 28,86%

Rio - Depois de esgotar as tentativas de diálogo com o governo federal, manifestantes ligados a entidades representativas dos militares se reuniram ontem, em Brasília, no Dia da Batalha do Riachuelo, para reivindicar a reposição salarial de 28,86% que se arrasta desde 1993. Além de exigir melhores soldos, criticaram o que intitulam de esforço para o sucateamento das Forças no Brasil.
As reivindicações salariais ganham força na base da carreira. Cabos, soldados, sargentos e capitães, segundo as entidades, recebem soldos incompatíveis com a função, o que gera desconforto dentro das corporações. “Os salários são horríveis. Por isso, muitos passam dificuldades e abandonam a carreira”, alerta Genivaldo da Silva, presidente da Associação dos Militares da Ativa, da Reserva e Pensionistas.
Outro assunto de destaque foi a Comissão da Verdade que, segundo Marcelo Machado, presidente da Associação Nacional dos Militares do Brasil (ANMB), é uma discussão unilateral. “O governo usa a Comissão da Verdade para desmoralizar as Forças Armadas. Não somos contra a apuração dos fatos, mas queremos, por exemplo, que seja mostrada a realidade da esquerda armada na época da ditadura”, explica.

5 MINUTOS COM IVONE LUZARDO, presidente da UNEMFA
Presidente da União Nacional das Esposas de Militares das Forças Armadas (Unemfa), Ivone Luzardo vive de perto as dificuldades enfrentadas pelas Forças Armadas no Brasil, em especial, a luta pela reposição das perdas salariais. Ontem, em Brasília, participou com outros militantes da manifestação que exige, do governo federal, a recuperação dos soldos.
1. Por que o aumento de 30% não é suficiente? 
— Isso não foi um aumento. Foi a tentativa fracassada do governo de repôr a inflação, mas sem sucesso. Em 2015, quando as tropas receberem a última parcela do reajuste, as perdas do poder de compra dos soldos dos nossos maridos chegarão a 135%.

2. Qual é a real situação dos praças nas corporações? 
— Muitos enfrentam dificuldades financeiras devido aos baixos vencimentos e se atolam em dívidas e empréstimos, devido à facilidade do consignado. A maioria, pais de família, não enxerga futuro dentro das Forças Armadas.

3. Como está a situação dentro dos quartéis? 
— O clima é tenso pela falta de incentivo financeiro. Além disso, o anúncio do corte para a Defesa gera insegurança. A reclamação fica por conta dos aparelhos e equipamentos obsoletos que colocam a vida de muitos militares em risco. No fim de maio, por exemplo, a turbina de um avião, com cem homens que estão em missão no Haiti, explodiu e poderia ter causado uma grande tragédia.

Fonte - O Dia 

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Pitaco do Grelak

Transcrevo o posicionamento de meu querido amigo, jornalista respeitável, assessor de imprensa badaladíssimo da Fórmula Truck e um eterno gozador (no bom sentido da palavra, se é que me entendem), Clóvis Grelak, sobre a inquietação do país vizinho no que se refere à energia de Itaipu.

                                                         Foto/Reprodução

      O Paraguai ameaça cessar a venda dos 90 por cento da sua energia excedente da Itaipu ao Brasil, lembrando que ficou sócio entrando só com a metade do Rio Paraná que o Direito Internacional lhe assiste. O Brasil teve de lhe emprestar até o dinheiro para pagarem a parte deles do projeto inicial da usina. É mais uma chantagem pra achacar o Brasil, igual ao beicinho que o hoje deposto Lugo também fez.
          Lula cedeu à chantagem e triplicou o repasse de dólares ao Paraguai. Tomara que a nossa presidente encarne o Dilmão que habita em seu armário, coce o saco, cuspa no chão, esmurre a mesa, grite um “CARAI, AQUI NÃO, JOÃO!!! Que chame o colega xiru às falas, e meta-lhe de cara uma bifa se o sujeito retrucar. Declare estado de guerra com o Paraguai, sairemos no tapa com a xiruzada. Como protocolo de guerra o nosso Itamarati deve acertar com Itamarati deles as armas permitidas. E vetar a mais letal do arsenal guarani, a chipa estragada. Porque aí não teremos chance.